sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Disseram que seria impossível ....

 Caroline d'Essen - Avaaz.org
Caros amigos,




Milhões de pessoas tomaram as ruas de todo o Brasil diante da indiferença dos políticos e da brutalidade policial. Agora temos uma chance única de levar isto adiante e criar uma democracia brasileira digna das futuras gerações. Clique abaixo para fazer uma pequena doação e ajudar a fazer história!
Há dois meses, uma fagulha de esperança foi acesa em todo o país. Milhões de pessoas tomaram as ruas, lado a lado, diante da indiferença dos políticos e da brutalidade policial e deram um "BASTA" à corrupção e à injustiça. Estes são os momentos que fazem história e, agora, temos uma chance única de levar isto adiante e criar uma democracia brasileira digna das futuras gerações – mas somente se soubermos aproveitá-la.

Nossa democracia está se libertando de todas as amarras. Mas ainda estamos muito distantes de onde precisamos chegar. Temos que ter certeza de que a Ficha Limpa vai se enraizar em nossa cultura política. Temos que nos livrar de políticos corruptos em todo e qualquer cargo e tirar pessoas como Renan Calheiros do poder. Precisamos escancarar as portas de todas as esferas do governo para que a democracia não fique escondida do cidadão.

Nossos oponentes têm muito dinheiro, são poderosos e até mesmo corruptos. Para vencê-los precisamos nos unir, e obter milhares de pequenas doações de cada um de nós para construir um movimento maior, mais forte e inteligente. Clique abaixo para se comprometer com uma doação para o trabalho da Avaaz no Brasil para que possamos turbinar nossa luta contra a corrupção. Nós só vamos processar sua doação se obtivermos o suficiente para implementar esse plano. É agora ou nunca:

https://secure.avaaz.org/po/combatendo_a_corrupcao_no_brasil_ndnrs/?bjYqxdb&v=27828

A Avaaz é inteiramente financiada por seus membros que optam por contribuir com uma pequena doação quando podem. Não há dinheiro de governos, empresas, fundações ou megadoadores. Isso é parte fundamental da nossa força: a independência financeira nos diferencia da política tradicional, em que determinados interesses ditam as regras nos bastidores. E é essa independência que permite à nossa comunidade alcançar tanto.

Quando éramos menos de 1 milhão de membros no Brasil, ajudamos a pressionar os deputados a aprovar a Ficha Limpa. Com 2 milhões de membros, desempenhamos um papel fundamental para impedir a remoção forçada do povo Guarani-Kaiowá de suas terras. Com 3 milhões de membros, chamamos a atenção sobre o anti-democrático sistema de voto secreto existente em nosso Congresso. Com 4 milhões, ajudamos a enterrar a PEC37.

Imaginem as coisas que poderíamos fazer se aumentarmos o poder da nossa comunidade de quase 5 milhões de membros:
  • Tirar Renan do poder - expor suas artimanhas no Congresso, construindo uma coalizão de senadores que apoiam nossa causa para retirá-lo da presidência do Senado, além de acabar com o sistema de votação secreta que o colocou no cargo.
  • Construir uma nação Ficha Limpa - começando por endurecer as regras para as eleições do ano que vem, acabando com o dinheiro de empresas na política e fortalecendo a legislação contra a compra de votos.
  • Contratar investigadores para ficar na cola dos corruptos -- registrar seus truques sujos em vídeo e divulgar para o mundo todo em um site específico para acompanhar a atividade dos políticos.
  • Levar a corrupção para o tribunal -- os políticos de alto escalão não vão mais conseguir se esquivar da Justiça. Vamos garantir que eles sejam julgados, usando anúncios, ações de rua e pressão online e, assim, manter a honra do nosso sistema Judiciário.
  • Fortalecer os ativistas da comunidade -- vamos ensinar as estratégias de sucesso para ativistas contra a corrupção de vários cantos do Brasil e dar a eles as ferramentas necessárias para ajudá-los a vencer.
E muito mais. A comunidade da Avaaz já está no epicentro das incríveis mudanças que estão acontecendo no Brasil, e por trás de cada campanha há uma grandiosa estratégia, criada por uma pequena equipe de colaboradores, que trabalha junto a movimentos sociais em todo o Brasil para identificar as melhores oportunidades de atuação.

Até mesmo uma pequena doação, por cada um de nós, pode ter um efeito transformador no nosso impacto para levar o combate à corrupção no Brasil a outro nível, e vencermos essa batalha. Comprometa-se com 4 reais agora e faça a diferença:

https://secure.avaaz.org/po/combatendo_a_corrupcao_no_brasil_ndnrs/?bjYqxdb&v=27828

Muitos disseram que seria impossível alcançar uma mudança, mas continuamos provando o contrário. Lutamos em cada batalha pela Ficha Limpa, ajudamos o Congresso a acabar com benefícios revoltantes que davam mais dinheiro aos parlamentares, ajudamos a arquivar a PEC 37 e estamos muito perto de acabar com o voto secreto de uma vez por todas. Não há dúvida de que juntos estamos mudando o nosso país para melhor. E estamos apenas começando.

Com determinação,

Carol, Pedro, Oliver, Diego, Nádia, Luis e toda a equipe da Avaaz.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

((o)) eco - terras indígenas

Em julho de 2013 uma equipe de ((o))eco foi até o Pará investigar a dimensão do impacto do complexo de 5 usinas hidrelétricas que o governo quer construir na bacia do Tapajós. O processo de tirar essas usinas do papel terá uma oposição tão aguerrida quanto a que se formou contra a usina de Belo Monte, inclusive pelos aguerridos índios Munduruku, que terão parte das suas terras alagadas e terão que ser realocados.

domingo, 4 de agosto de 2013

Municípios da Amazônia brasileira tem Índice de Desenvolvimento Humano Municpal baixo

Daniel Santini - Eco
02 de Agosto de 2013
A maior parte dos municípios situados na Amazônia Legal brasileira tem Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) considerado baixo ou médio. É o que indica o Atlas de Desenvolvimento Humano, levantamento apresentado nesta semana baseado em dados de 2010. Dos 772 municípios amazônicos, 671 estão nesta faixa, sendo 305 baixo e 366 médio, e apenas 78 têm IDHM considerado alto. Em nenhum, o índice foi considerado muito alto. A discrepância em relação a outras regiões do país é grande e indica a necessidade de políticas sociais e econômicas para promover o desenvolvimento humano da região. Conciliar o avanço com a preservação da floresta é um dos principais desafios para os gestores públicos.
Distribuição do IDHM na Amazônia Legal
Conforme é possível visualizar no quadro abaixo, a maioria dos municípios da Amazônia Legal tem um Índice de Desenvolvimento Humano médio ou baixo. Nenhum tem IDHM considerado alto.

Confira abaixo as dez cidades com pior e maior Índice de Desenvolvimento Humano Municipal da Amazônia Legal.
Municípios com pior r IDHMMelgaço (PA)Fernando Falcão (MA)Atalaia do Norte (AM)Marajá do Sena (MA)Chaves (PA)Uiramutã (RR)Jordão (AC)Bagre (PA)Cachoeira do Piriá (PA)

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Horta no telhadoCanteir

Canteiro da Horta do Shopping Eldorado: Foto divulgação - Eco reportagens - Camila Fróis - 25 de julho de 2013.
Porém, a densa urbanização de São Paulo torna um desafio pensar na destinação de terrenos vagos para o plantio. O shopping Eldorado encontrou uma forma de criar sua horta urbana usando o telhado do prédio. Construir uma horta de 1.000 metros quadrados , que se aproveita de 600 kg diários de resíduos da praça de alimentação e da poda dos jardins do shopping, preparados para o plantio em uma composteira no subsolo do prédio. Desta forma, produz-se o substrato natural responsável por adubar alfaces, quiabos, camomilas, tomates, cidreiras, entre outras plantas que, quando colhidas, são distribuídas aos funcionários das lojas. Duas enzimas desenvolvidas pelo Bio Ideias possibilitaram a aceleração da compostagem (que em condições naturais pode levar até 180 dias) e a eliminação de odores. No início, o composto foi doado para hortas comunitárias e, em 2012, começou a implantação da horta no próprio telhado.


Hortas Urbanas


Horta orgânica: uma revolução gentil e orgânica - ECO reportagens: Camila Fróis - 25 de julho de 2013




































Em meio à megalópole de São Paulo, organizados em coletivos nascidos na web, os paulistanos estão ocupando os espaços públicos e semeando ideias para deixar a cidade menos cinzenta através das hortas urbanas. Elas são uma forma de se conhecer melhor a vizinhança, revitalizar o uso do espaço urbano e mudar a maneira de produzir comida. A ideia é facilitar o acesso a alimentos frescos e saudáveis, aumentar as áreas verdes nas metrópoles e diminuir o impacto do transporte de hortaliças, que hoje se baseia em um complexo mecanismo orquestrado de produção, transporte e distribuição. O conceito também já pegou em outros locais do mundo, como Havana, em Cuba, ou São Francisco, nos EUA.

A jornalista Cláudia Visoni é uma das principais representantes do coletivo de “Hortelões Urbanos” da cidade de São Paulo. Segundo ela, o grupo reúne na internet atualmente mais de 4.000 pessoas interessadas em trocar experiências de plantio doméstico de alimentos. A grande maioria já cultiva ervas, frutas e hortaliças no quintal, em jardins verticais, sistemas hidropônicos ou até mesmo em varandas de apartamentos. Além disso, eles pretendem inspirar os vizinhos a se envolverem no plantio voluntário de alimentos em áreas públicas. É o caso das hortas que têm se erguido informalmente e dado vida a terrenos baldios, beira de rios e praças da cidade, como na Vila Beatriz, na Vila Industrial, em Taboão da Serra, na Pompéia e até na Praça do Ciclista, em plena Avenida Paulista. Qualquer um pode por a mão na terra, plantar, colher e levar para casa o que cultivou gratuitamente. Para que essa realidade se espalhe, o Coletivo de Hortelões Urbanos da cidade de São Paulo entregou à Prefeitura de São Paulo uma carta com a reivindicação de que uma horta comunitária seja implementada em cada bairro, em cada escola, parque e nos postos de saúde.





























quinta-feira, 18 de julho de 2013

Expedição Tapajós revela fauna ameaçada por hidrlétrica

Os cientistas da Amazônia estão numa corrida contra o tempo: conhecer as espécies em seus habitats naturais antes que eles sejam transformados pela chegada das hidrelétricas nos rios da região


No maravilhoso rio Tapajós, formado da confluência dos rios Juruena e Teles Pires não é diferente. Ali está em processo de licenciamento a usina de São Luiz do Tapajós, com capacidade de geração de cerca de 6,1 mil MW.

Entre os dias dias 19 de setembro e 9 de outubro, o Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Peixes Continentais (Cepta), do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) realizou uma expedição bem nas corredeiras São Luiz do Tapajós, próximo a Itaituba, estado do Pará. Ali está o maior mosaico de unidades de conservação da Amazônia. A expedição fez o primeiro levantamento dos peixes e seus parasitas na região.

A diversidade da ictiofauna é incrível: foram capturadas e identificadas 160 espécies. Mas o total deve passar de 250 espécies já que muitas foram levadas para identificação posterior .

O fotógrafo da expedição Leonardo Milano e o ICMBIO gentilmente cederam estas fotos coletadas durante o trabalho dos pesquisadores. (ECO FAUNA E FLORA)

Desmatamento na Amazônia em Junho continua em alta


Desmatamento flagrado na Floresta Nacional de Jamanxin, em 2008. Foto: Leonardo F. Freitas/Flickr
Com poucas nuvens na Amazônia para atrapalhar a visualização do satélite, os números de alertas de desmatamento em junho deram um salto significativo. Tanto os dados referentes a corte raso e os de degradação florestal subiram muito. O aumento do desmatamento no sul do estado do Amazonas também chamou a atenção.

No total, o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Imazon detectou 184 quilômetros quadrados de desmatamento na Amazônia Legal em junho de 2013. Isso significa o desmate total de uma área de aproximadamente 18 mil e 400 campos de futebol, uma elevação de 437% em relação a junho de 2012, quando o desmatamento somou 34 quilômetros quadrados.

Os estados que mais desmataram foram o Pará, com 42% do desmate detectado em toda a Amazônia, e o Amazonas, com 32%, seguido de Mato Grosso (18%) e Rondônia (5%). Foi possível monitorar 88% do território em junho 2013, por causa das poucas nuvens.

Itaituba (PA), Lábrea (AM) e Apuí (AM) se destacam por terem sido os 3 municípios que mais desmataram em junho (veja tabela). Itaituba, cidade mais próxima onde serão construídas as hidrelétricas do Complexo do Tapajós, teve 46,7 km² desmatados. (Daniele Bragança e Rafael Ferreira - Eco notícias - 17 de julho de 2013).